segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Intervenção de terceiro #6, com Isabel Bortoluzzi


A menina que roubava livros foi o título que a Isabel Bortoluzzi Bertazzo escolheu pra escrever uma resenha pro blog. Conheci essa santamariense de 19 anos por intermédio do Fabiano Dallmeyer, que falou dessa amiga que gostava muito de ler e que iria apreciar o blog. Nos adicionamos no facebook e assim nasceu mais uma amizade por meio do amor aos livros! Ela me contou que tem gosto eclético pra literatura, passando por ficção, romances e também histórias verídicas, especialmente no contexto da Segunda Guerra Mundial. 
Então convidei a Isabel pra participar da seção Intervenção de terceiro, eis que a moça aceitou prontamente o convite e aí está sua resenha:

Sendo a "Morte" a narradora da história, o livro não poderia começar diferente. 
Por ter a mãe judia e comunista, a protagonista Liesel é entregue para uma família alemã que aceita adotar a menina em troca de dinheiro. Durante a viagem a caminho do novo lar, morre o irmão de Liesel e durante o enterro a menina encontra um objeto que chama a atenção de seus olhos. Imersa em tanto sofrimento e neve ela se depara com um livro e o toma para si. Este acaba sendo seu primeiro roubo. Com o passar do tempo Liesel conquista o carinho de seu pai adotivo Hans Hubermann e aprende a conviver com a rabugenta, mas amorosa, mãe adotiva Rosa Hubermann. 
Apesar de aprender a ler e ter feito algumas amizades, o clima de Segunda Guerra Mundial (entre 1939 e 1943) dificultava tudo. Naquela época, fazer o certo era o contrário que se precisava fazer para continuar vivendo tranquilamente, mas mesmo assim a família Hubermann dá abrigo e refugia o judeu Max no sótão de sua casa, colocando todos em perigo. Em meio a entregas de roupas lavadas e a correria quando soava o alarme de aviões-bomba, a narradora mórbida vai contando a história daquela família de variados pontos de vista. Paralelamente aos livros roubados por Liesel, a Morte conta sobre seu trabalho de recolher almas e levá-las embora desse mundo que já não as pertence mais. (...)

A primeira vez que li “A menina que roubava livros” não dei a devida atenção, mas na segunda tentativa, quando recomecei a leitura me surpreendi e pensei como pude deixar passar um livro tão emocionante, que me fez refletir sobre coisas tão simples e importantes do nosso dia a dia. Que bom que tive uma segunda chance com essa leitura incrível! Cabe referir que no início de 2014 será lançada uma adaptação para o cinema! Vamos ver se o diretor Brian Percival vai conseguir passar para a tela a emoção que Markus Zusak consegue descrever para os leitores!
*

Heeeyyyy! Caríssima Isabel! 
Muito obrigada pela gentileza e sensibilidade! Estás sempre convidada a dividir tuas impressões aqui no blog! Vamos marcar um café qualquer hora e decidir que próxima companhia de papel vc irá resenhar?!  :D

Um beijo bom,
Camilla.

Um comentário:

Isabel Bortoluzzi disse...

Eu que agradeço o espaço e o convite Camilla, adorei fazer a resenha!! E vamos marcar qualquer dia de tomar esse café mesmo, beeijos!!

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