segunda-feira, 7 de maio de 2012

FOMOS LONGE DEMAIS, Suzanne Brockmann.

Sempre que estou no Salão de beleza D'Castro Beauty (#jabá gratuito!) tenho um livro à tiracolo. #Tempo ocioso nunca! Por isso, uma das minhas manicures, a Cássia Rosa, quis me emprestar o Fomos longe demais ceeeeerta de que eu iria gostar!
É um livro com suspense, ação, paixões, investigação. Lembra o enredo de filme policial e se parece com Crash ou Babel, no sentido de aglutinar um monte de subtramas, inúmeros personagens, histórias partidas que vem, vão e voltam para ter (ou não) um final imprevisível!

Sente só: Sam Starrett, policial do grupo SEAL (unidade da marinha dos EUA) tem sua cunhada assassinada e sua ex-mulher e filha desaparecidas! A agente do FBI Alyssa Locke (com quem teve um affair quando ele ainda era solteiro) é designada para comandar a investigação e, tchan nan nan!, o Sam é um dos suspeitos.
Por outro lado (com narrativa que anda paralelamente), o capitão Tom Paoletti, chefe de Sam, é suspeito de ter auxiliado na liberação de armas para terroristas e conspirado para matar o Presidente dos EUA!
O íntegro chefão do FBI, Max, também tem um affair mal resolvido com a agente Alyssa (ui! também quero o mel!), mas depois faz par romântico com Gina – que num dos livros anteriores da série tinha sido estuprada por terroristas!! 
O enredo mais parece um roteiro de cinema, pois facilmente adaptável, e na minha cabeça  já imagino a atriz Paula Patton como a própria Alyssa (#Tom Cruise pira).
Fomos longe demais também poderia virar seriado e o espectador ficaria apostando qual coração a mulher negra com menos de trinta anos iria roubar na próxima temporada!
Do ponto de vista literário, não é nenhum OOOHHHH campeão de vendas, até porque as livrarias estão repletas de livros desse naipe: intrigas policiais e militares, tensão sexual, inocente virando suspeito e vice-versa, e muito mais... mas no geral é um bom livro.
Enquanto eu confundia tantos personagens acompanhava a leitura, tive vários insights da Coleção Vagalume que eu lia bastante quando tinha 10 anos de idade e cursava a sexta série na Escola Medianeira em vez de andar com a turma do fundão e arriscar treinar o primeiro beijo!  Diz aí, quem nunca leu Um cadáver ouve rádio?  e Um inimigo em cada esquina? Hehehe Me diverti aqui recordando!! CERTO que antes de Harry Potter meus filhos vão ler a coleção vagalume! :)
..
Eis que, estando quase na metade das 493 páginas, fiquei sabendo que Fomos longe demais é o sexto livro de uma série americana chamada Troubleshooters com mais de dez títulos – produção em atacado, hein?!! Todavia, apenas dois são traduzidos para o português! #bregada. A tal Suzanne Brockmann é famosinha porque inspirou J. R. Ward, por sua vez autora da ´´badalada`` saga americana A irmandade da adaga negra que é tipo o Crepúsculo para adultos! Alguém ficou muito interessado e vai conferir ??! #NOT.

Neurônios se puxaram e ´´constatei`` que o nome troubleshooters deriva do termo Troubleshooting: uma forma de resolver problemas, muitas vezes aplicada na reparação de produtos ou processos falhados. É uma busca sistemática e lógica pela raiz de um problema, de modo a que possa ser resolvido e o produto ou processo possa ficar novamente operacional. O troubleshooting é necessário para desenvolver e manter sistemas complexos onde os sintomas de um problema podem ter diversas causas. É usado em muitos campos, tais como a engenharia, a administração de sistemas, a eletrônica, a reparação de automóveis e o diagnóstico de doenças. Normalmente, um processo de eliminação é usado para isolar as possíveis causas dos problemas (via wikipedia).
Isso explica o estilo da autora Suzanne em que coadjuvante do terceiro tem biografia revelada no primeiro, é protagonista no sétimo, vilão no oitavo e suicida no décimo livro da série.. heheh, e por aí vai, costurando uma engendrada confusão para obrigar o leitor a comprar todos os livros da série, né?! :P

Como a Cássia previu, eu gostei do livro, mas não sei se eu indicaria...
Porque, fora as parcas noções de inteligência e contra inteligência, ele fica num puxa e afrouxa de casais e - ah! esqueci de dizer - o Sam fala palavrões o tempo todo hehehe

Não dá pra negar que é um texto que PRENDE a atenção e que não precisa daquelas que apelidei paradas de deglutição, porque flui que é uma beleza! 
Essa é a capa:


OBS: Além dos meus garantidos 3 leitores assíduos: pai, mãe e Mika. Ah! E também minha amiga Alícia que não é exatamente leitora porque é deficiente visual, mas ouvinte porque eu leio pra ela, tem mais alguém aí? Então fica à vontade e quem sabe deixa um coment aí embaixo? :D  :D   Ou é melhor eu achar que ´´quem cala consente`` ou que meus amigos são tímidos ou muito ocupados ou que só aqueles 4 realmente me acompanham e, por fazerem comentários ao vivo, acham desnecessário escrever ou eu sou mala mesmo.
Tá, deu, desculpa. É que hoje eu tô prolixa! ;)


Um beijo bom,
Camilla.

4 comentários:

Nat King Cole disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nat King Cole disse...
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Nat King Cole disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nat King Cole disse...

...na minha infância não li a coleção vaga-lume (aliás, nunca vi um ao vivo), nem li monteiro lobato......mas o primeiro livro que lembro de ter lido completo, o que foi um deslumbramento para mim, foi TOM SAWYER, de Mark Twain! Depois de muitos anos adquiri ele num sebo em capa dura, é um livro que me traz nostalgias......a Banda RUSH tem uma música com o mesmo nome, que era da abertura do seriado MacGyver! Aliás fica a dica para você tecer posts sobre seriados antigos ou, quem sabe, dica de filmes que vieram de livros! bjs

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